Uma coisa é uma partida de xadrez de uma pessoa saudável e outra coisa é uma partida de xadrez de um hospital psiquiátrico.
O objetivo da inveja é destruir toda a humanidade. Isso só é possível atacando as peças com mais valor?
É por isso que existe a seguinte estratégia: no xadrez as peças funcionam como um todo. É por isso que todo o ser humano tem todo o valor neste mundo. Quem ataca o outro por pensar que vale mais está no fundo a atrapalhar tudo.
Carisma que consiste em saber dar valor às pessoas. O valor das peças que também é designado de qualidade material.
Inveja que não tem valor algum. Inveja que ataca pessoas com grandes qualidades. Pessoas que não se apercebem do que se passa.
Se às tantas não tiver um professor ou um colega da universidade capaz, então esse poderá ser o fim.
Curar não é destruir o poder do conhecimento, o poder da criatividade ou o poder da inteligência. Curar é ensinar como se deve usar todo esse poder e dar oportunidades às pessoas, sem nunca as obrigar a terem-se de voltar contra a pessoa errada. É essa a ideia dos testes psicotécnicos para com uma pessoa, colocando as peças nos lugares que têm mais valor. Oportunidades como dar a possibilidade de trabalhar e de estudar na especialização que uma pessoa mais pretende. Xadrez onde todas as peças precisam de poder: o poder da humanidade. Esse é o meu ponto de vista.
Quando se deve deixar avançar as peças?
A comunicação é algo importante e por ser importante não pode ficar à partida comprometida. Quando as ideias são boas deve-se deixar avançar, o que é diferente de bloqueá-las tanto quanto possível, causando preguiça. Se elas não se podem mexer, então estamos perante uma série de desvantagens. Peças que também são recursos. Não podemos andar a destruir tudo à nossa volta. Chama-se a isso saber avaliar as peças. Se as pessoas não são capazes de entender os seus próprios problemas, então é complicado ajudá-las. Em vez de se deixarem ajudar atrapalham ainda mais.

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